CHOQUE DE AVIÕES FOI ROTEIRO DE FILME NOS ANOS 70
Um avião de pequeno porte que se colide com um Boieng, como no suposto acidente entre a aeronave da Gol e o jato Legacy, na noite desta sexta-feira, na fronteira do Pará com o Mato Grosso, foi tema do filme “Aeroporto 75″ (Airport 75, 1974), um sucesso no cinema nos anos 70. O filme arrecadou US$ 25 milhões nas bilheterias do mundo.
No roteiro do filme dirigido por Jack Smight, a colisão de um pequeno avião com um 747 acaba incapacitando a tripulação, fazendo com que uma aeromoça tenha que assumir o comando da aeronave. Seguindo instruções de rádio, a aeromoça assume o comando da aeronave. É então elaborado um plano no qual, através de um buraco na cabine de comando, um piloto é enviado para resgatar o avião.
Linda Blair interpretou a aeromoça e Charlton Heston foi o astro do filme. O ator foi enviado ao simulador de vôo da American Airlines em Fort Worth, Texas, para praticar como pilotar em 747.
O filme foi o segundo de uma série sobre acidentes com aviões que virou moda em Hollywood naquela década. A série começou em 1970 com o filme “Aeroporto” e teve ainda “Aeroporto 77″ (1977) e “Aeroporto 80 – O Concorde” (1979).
Vôo 1907 da GOL e as Indenizações?
Indenizações do acidente podem chegar a R$ 1 milhão
A indenização aos parentes das vítimas do acidente aéreo com o boeing da Gol pode chegar a R$ 1 milhão por vítima. Os cálculos são de Leonardo Orsini, procurador do Estado e advogado especializado em responsabilidade civil. Ele afirma já ter sido procurado por parentes de passageiros que estavam no vôo.
A estimativa é feita com base nos danos materiais — quanto a vítima receberia de salário ao longo da vida e a existência de dependentes — e os danos morais, que segundo Orsini, são inestimáveis por envolver a perda de vidas. A informação é do jornal Correio Brasiliense.
O acidente aconteceu na tarde de sexta-feira (29/9) e envolveu o Boeing 737-800, com 155 pessoas a bordo, que fazia o vôo 1907 da Gol, entre Manaus e Rio, com escala em Brasília. Em nota oficial, o Comando da Aeronáutica informou que não há sobreviventes.
A Associação Brasileira de Parentes e Amigos de Vítimas de Acidentes Aéreos vai procurar os parentes dos passageiros e tripulantes da Gol nos próximos dias. A presidente da entidade, Sandra Assali, que perdeu o marido, o médico José Abdul Assali no acidente com o Fokker 100 da TAM há quase 10 anos, recomenda que ninguém assine acordos de indenização com a companhia.
Ela diz que as ações judiciais são mais demoradas, mas garantem indenizações maiores. “Os valores propostos pelas seguradoras seguem um padrão. No caso da TAM era de R$ 145 mil. Não leva em conta a expectativa de vida das vítimas ou promoções que receberiam ao longo da carreira”, explica.
As companhias aéreas têm um seguro obrigatório fixado em R$ 14 mil e podem oferecer outro de responsabilidade civil, de valor variável — sem contar os danos morais à família, calculados por um juiz. A questão divide advogados especialistas em casos de acidentes aéreos.
Regina Manssur, que representou três das 99 famílias de vítimas do acidente com o Fokker 100 da TAM, em 31 de outubro de 1996, afirmou que os parentes devem mover ação contra a Gol, mesmo que as investigações ainda não apontem de quem foi a responsabilidade sobre a colisão.
Segundo a advogada, essa tese foi aceita nos julgamentos das ações em que ela esteve envolvida contra a TAM pelo acidente de 1996. Regina não aconselha os familiares das vítimas do vôo 1907 a buscar indenização pela Justiça dos Estados Unidos, no caso de o avião Legacy, da empresa americana Excel Air Services, ser apontado como causador da colisão. “Se bem aplicado, o Código do Consumidor resolve a questão”, opina.
Revista Consultor Jurídico
Lançado o Gaymail, primeiro e-mail GLS do Brasil
O recém lançado e-mail voltado especialmente ao público GLS brasileiro já está dando o que falar. O denominado GayMail, é serviço exclusivo para este nicho de mercado e, de acordo com seus proprietários “é a melhor maneira de você entrar em contato com o público GLS brasileiro conectado à Internet”. Para eles trata-se de “um modo simpático de identificação junto à comunidade”. Os donos das páginas, de propriedade da empresa Tsunami Brasil, também afirmam que têm encontrado bastante receptividade à proposta e que o nome Gaymail “possui uma sonoridade excelente”.
Baseados em pesquisas de mercado, os idealizadores afirmam que o Censo GLS realizou uma pesquisa em março de 2006 e detectou que 36% dos homossexuais se encontram na classe A, 47% na classe B e 16% na classe C. Além disso, baseiam-se no em dados do Instituto DataFolha, que entrevistou homossexuais em São Paulo e constatou que o perfil de renda e escolaridade dessas pessoas é bastante superior ao da média paulistana (50% dos entrevistados têm curso superior completo, contra 14% na população adulta paulistana e 43% ganham mais de R$ 2.600,00 mensais, contra apenas 12% dos paulistanos.
“Desta maneira, tivemos a idéia de lançar esse serviço gratuito, agregador, e esperamos poder contar com seu apoio, pessoa bem relacionada e de livre trânsito na referida comunidade”, declaram os responsáveis pelo site.
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