As fotos de acidentes e outras ocorrências divulgadas neste site não se prestam a satisfazer a curiosidade popular ou a qualquer instinto mórbido da natureza humana.
Em relação aos acidentes registrados, a divulgação das imagens tem base na Lei 9.503/97 (Código Nacional de Trânsito), artigos 6º, I e 14, IV, servindo como campanha de educação para o trânsito.
É proibida a cópia ou a divulgação abusiva das fotos existentes no site, ato que poderá ser sancionado legalmente.
São dezenas de fotos que podem até provocar polêmica, devido a seu conteúdo dramático, mas, com certeza, conduzirão aqueles que tiverem coragem de acessá-las a uma reflexão sobre a efemeridade da vida, a necessidade de maior cuidado no trânsito e em outras situações de risco, bem como a uma maior valorização do trabalho dos bombeiros.
Ainda, porém, que o impacto dessas cenas possa produzir esse efeito educativo e até preventivo, recomendamos com insistência que crianças e outras pessoas impressionáveis não vejam essas imagens.
O que é aborto?
O aborto é a suspensão espontânea ou provocada da gravidez em suas primeiras 28 semanas, quando o feto ainda não pode viver extra uterinamente. O aborto provocado é considerado delito pela maioria das Legislações e condenado pela moral Católica.
Os gregos permitiam o aborto mas os romanos o puniam com pena de morte.
O primeiro país a permitir aborto no prazo de 28 semanas foi a Inglaterra, tornando-se atração turística para feministas.
Na Alemanha nazista o aborto era proibido por que era dever da mulher fornecer filhos para o III Reich.
Métodos de Aborto
Esquartejamento
Esse tipo de morte é a mais fria. Consiste em esquartejar o feto ainda dentro do ventre da mãe. Como qualquer ser humano, ele sente dor e medo. Um feto de apenas um mês ao ser perseguido por algum objeto introduzido dentro do útero tenta desesperadamente fugir, mas não tem escapatória. Seus movimentos e a aceleração de seu pulso são sinais não só de que está vivo como também de seu instinto de sobrevivência.
Retirada do líquido a amniótico
Esta é uma das mais lentas e dolorosas maneiras de morrer: o abortista retira o líquido amniótico de dentro do útero e coloca uma substância contendo sal. Em algum tempo, a criança morrerá, será retirada de sua mãe e, finalmente, jogada no lixo.
Sucção
A foto mostra partes de um feto. Nesse tipo de aborto, o médico suga o bebê e tudo que o envolve, despedaçando-o. Uma outra maneira de deixá-lo nesse estado é dando à mãe um remédio, muitas vezes vendido em farmácias, que fará o útero expelir tudo o que estiver em seu interior.
Sufocamento
Esse método de aborto é chamado de “parto parcial”. Nesse caso, puxa-se o bebê para fora, deixando apenas a cabeça dentro, já que ela é grande demais. Daí, introduz-se um tubo em sua nuca, que sugará a massa cerebral, levando-a à morte. Só então o bebê consegue ser totalmente retirado.
Um Caso Especial
O caso da foto ao lado ocorreu em 1983 nos EUA. Este bebê, pesando 3 quilos, ia ser incinerado junto com cães e gatos. Segundo a legislação americana atual, um feto pode ser morto em qualquer momento, até o nono mês de gestação, por quaisquer motivos. Matar a criança após o nascimento é considerado infanticídio. Mas, se esta classificação se aplica na verdade a todo óvulo fecundado, o que dizer do assassinato de uma criança de 9, 8 ou até mesmo 7 meses, que pode sobreviver fora do útero materno?
A face desta criança mostra uma morte muito dolorosa. E o mais impressionante: ela está com a pulseira do hospital e o corte em seu tórax lembra uma autópsia, talvez sem sentido pois deve ter sido realizada pela mesma pessoa que provocou sua morte.
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