Tribo de índios compra Hard Rock Cafe por 725,3
milhões de euros.
A
cadeia Hard Rock Cafe foi adquirida por uma tribo do índios norte-americana por
965 milhões de dólares (725,3 milhões de euros).
A cadeia Hard Rock Cafe foi adquirida por uma tribo do índios norte-americana
por 965 milhões de dólares (725,3 milhões de euros).
O Rank Group, o segundo maior casino britânico, vendeu o Hard Rock Cafe à tribo
de índios Seminole, que já detém a gestão dos hotéis e restaurantes desta cadeia
em Tampa e Hollywood, por 965 milhões de dólares (725,3 milhões de euros).
O grupo britânico não regista lucros anuais desde 2003 e com esta venda foca o
seu negócio apenas nos casino e bingos.
Segundo um comunicado emitido pela tribo Seminoles, esta é a primeira vez que
uma tribo de índios adquire uma companhia internacional.
Mais de 90% do dinheiro desta tribo, natural da Florida, é proveniente de
receitas de jogo. Os Seminoles abriram o seu primeiro bingo em 1979 nos Estados
Unidos e actualmente, vivem do negócio do jogo, tabaco e turismo.
Os Seminoles são a única tribo de índios norte-americana que nunca assinou um
tratado de paz com o governo dos Estados Unidos.
A cadeia do Hard Rock Cafe é constituída por 124 cafés, seis hotéis e casinos e
duas salas de concertos.FONTE
Faculdade paulista lança cursos
superiores de produção musical
A
Universidade Anhembi Morumbi acaba de lançar dois cursos superiores de
tecnologia na área musical: Produção de Música Eletrônica e Produção Musical.
"Com duração de dois anos cada um, os dois cursos, ministrados no Campus Morumbi,
são inéditos na cidade de São Paulo e visam atender à demanda do mercado por
profissionais diferenciados e qualificados", afirma a instituição.
Os interessados devem se inscrever no processo seletivo de dezembro até o dia
14. A prova tradicional será aplicada no sábado, dia 16, às 14h
No Sul, a Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) promete inaugurar o
ano letivo do curso de Formação de Músicos e Produtores de Rock, em março de
2007, com dois anos e seis meses. A Estácio de Sá, no Rio, também planeja
oferecer curso semelhante, mas, segundo a própria univesidade, não há garantia
de turma já no próximo semestre.
FONTE
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ATI Radeon programa celular no Buscape.
Roberto Justus prepara novo Aprendiz

Em
Aprendiz 4 - O Sócio, que estréia em maio, o apresentador da Record
buscará, como o denuncia o título, um empreendedor para se associar a ele.
SÃO PAULO - "Seu sonho acabou!" ou "Você está fora do negócio!". Essas são as
novas frases ensaiadas por Roberto Justus para seu próximo programa na Record:
Aprendiz 4 - O Sócio.
A clássica "Você está demitido!" pode até entrar na atração, mas como o próprio
Justus diz, a idéia é inovar, uma vez que o novo formato é uma adaptação do
original O Aprendiz, que já rendeu uma trilogia na Record. Sim, Justus jurou que
O Aprendiz 3 seria o último, mas acabou voltando atrás.
Em O Sócio - que estréia em maio - em vez de um funcionário, Justus buscará,
como o denuncia o título, um empreendedor para se associar a ele.
Desta vez os candidatos não precisam ser pós-graduados em nada. Especialização,
idade e sexo não importam em O Sócio. "O que vale é uma boa idéia de negócio.
Selecionaremos 16 boas idéias de negócios em que Justus possa se associar, nos
mais variados setores. Podemos ir de um novo carrinho de cachorro-quente a uma
agência de publicidade virtual", explica Walter Longo, consultor do programa.
Selecionadas as idéias, os candidatos participarão de tarefas e serão eliminados
no esquema de O Aprendiz. A Record, por sinal, teve de submeter a idéia à dona
do formato, a Fremantle, que pela primeira vez aprovou uma mudança tão grande em
um dos seus programas.
O vencedor ganhará R$ 1 milhão, sendo R$ 500 mil como uma espécie de salário e
R$ 500 mil de investimento no negócio sugerido. Justus investirá mais cerca de
R$ 500 mil no empreendimento, sendo sócio majoritário com 51% das ações. O
candidato ficará com 49%. As inscrições serão abertas no sábado, no site da
Record (
www.rederecord.com.br ). E
Justus viajará pelo País para ver as idéias pré-selecionadas. A atração irá ao
ar às terças e quintas-feiras, às 22h30.
FONTE
Palm sorts source code, but is it too late?

Palm
has scored itself a perpetual licence for the operating system it uses on most
of its devices, but market share figures suggest it will need rather more than
that to regain any momentum in the competitive mobile device space.
Following its split into two divisions, Palm to produce hardware and PalmSource
to maintain and develop its Palm OS mobile operating system, and the subsequent
sale of the latter to ACCESS Systems, Palm found itself in the unusual position
of not directly having a license to the software which ran on the majority of
its own equipment. While it now uses Windows Mobile on a number of smart phone
models, Palm OS still remains important in many of its consumer lines.
Under a deal announced this week, Palm will pay ACCESS Systems $US44 million in
return for a perpetual license which allows it to use Palm OS Garnet code in
perpetuity, modify it as it sees fit, and even combine it with other operating
systems if it wishes to.
While that might provide some useful certainty for shareholders and developers,
a more pressing issue for Palm is regaining market share. Although it dominated
the PDA (personal digital assistant) market in the late 1990s, the convergence
of that functionality with mobile phones has seen competition get much tougher.
In the PDA market, Gartner estimates that Palm was ranked third in the most
recent quarter, with a worldwide share of 10.3%. The segment is dominated by
Research In Motion's BlackBerry, which claims 20.9% of all sales, while Danger's
Sidekick accounts for 10.5%, just ahead of Palm.
"Palm continued to recede from the PDA market, primarily because it doesn't have
a PDA model that incorporates cellular capabilities and its current line is
aging," Gartner noted in its analysis.
Gartner's methodology distinguishes basic PDAs from smart phones, but the
figures for the combined markets aren't much more encouraging. For the first
half of 2006, Palm claimed just 5% of that global market, according to Gartner.
Huge shipments for mobile phone-based products mean that segment was dominated
by Nokia (42%).SOURCE
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