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Drogas usadas para facilitar crimes sexuais deixam SP e Rio em alerta

SÃO PAULO - Segundo uma lenda urbana, dessas que circulam no dia-a-dia, ou pela internet, por exemplo, certa vez, um homem aceitou tomar a bebida de um desconhecido em uma festa e acordou dentro de uma banheira com gelo.

A vítima não se lembrava de nada, e ao olhar ao lado, deparou-se com um bilhete que o informava que um de seus rins havia sido roubado. O homem estava com um corte nas costas.
 

Segundo a polícia, uma variação desta lenda vem acontecendo em São Paulo e no Rio de Janeiro. Pessoas vêm sendo dopadas por desconhecidos, sendo humilhadas, roubadas e sofrendo abusos sexuais. As principais drogas usadas com esses possíveis objetivos são os da classe dos benzodiazetinicos, como o Dormonid, medicamento tarja preta rigorosamente controlado pela Vigilância Sanitária, e o GHB (gama-hidroxiburetano), droga ilícita conhecida como 'love drop', ou gotas de amor. Estas drogas dopam a vítima e causam amnésia posterior ao efeito do remédio, o que dificulta o reconhecimento do responsável pelo ocorrido.

Com nome químico de Midazolan, o Dormonid é um relaxante muscular de rápida ação. Em aproximadamente 30 minutos, a pessoa já se encontra com sono e com moleza. Quem toma o medicamento parece mais uma boneca de pano. O medicamento se tornou conhecido após ter sido usado pelo pediatra Eugênio Chipkevitch, condenado a 124 anos de prisão, acusado por ter dopado, abusado sexualmente e filmado em fitas de vídeo seus pacientes adolescentes. O Dormonid também teria sido usado pelo médico Farah Jorge Farah para dopar a ex-namorada e paciente, Maria do Carmo, e depois matá-la e esquartejá-la.

Assim como outros medicamentos sedativo-hipnóticos, o Dormonid é usado para preparar bebidas conhecidas como 'Boa Noite Cinderela'.
"Os medicamentos sedativo-hipnóticos são conhecidos como 'date rape drug', ou seja, 'droga do estupro'", diz o médico toxicologista Carlos Fernando Colares. O 'Boa Noite' é comumente usado por desconhecidos para dar golpes e até estuprar pessoas que conhecem em festas e boates.

O efeito da mistura é relativamente rápido e pode durar até mais que duas horas. A amnésia é grande e a pessoa não se lembra de nada do que aconteceu no momento de efeito da droga - e em alguns casos não consegue se lembrar nem de momentos anteriores à administração da droga.

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Boa Noite Cinderela

No Rio de Janeiro, histórias envolvendo o 'Boa Noite' vira e mexe acontecem, muitas vezes, em casas noturnas voltadas ao público gay. Mas raramente chegam à polícia. Um dos casos registrados, no entanto, ocorreu no dia 3 de março de 2001. Segundo a polícia, um ex-procurador do Amazonas, de 56 anos, teria sido dopado por um ex-presidiário, que cumpria liberdade condicional, dentro da boate La Cuervo, em Copacabana, zona sul do Rio de Janeiro.

Após ter ingerido substância entorpecente, o ex-procurador teria seguido na companhia do ex-presididário ao seu apartamento, onde o ex-procurador foi roubado. O acusado foi reconhecido graças à descrição do porteiro do prédio da vítima e foi preso.

Nem sempre as pessoas que passam por situações como esta procuram a polícia, pois não lembram do ocorrido e não teriam como identificar os responsáveis.

Outra substância

Além do 'Boa Noite Cinderela', outra substância vem sendo usada para dopar pessoas. Também conhecido como 'droga do estupro', o 'love drop' (gota de amor) pertence ao grupo do GHB e é vendido aos usuários como êxtase líquido. No entanto, segundo o psiquiatra Danilo Antonio Baltieri, que atua no Grupo Interdisciplinar de Estudos de Álcool e Drogas (Grea), no Hospital das Clínicas, é apenas uma jogada de marketing dos traficantes, já que a substância não tem nada a ver com o comprimido de êxtase (MDMA).

O efeito é parecido com o do álcool e também causa amnésia. "A pessoa que usa o GHB sente euforia e depois depressão, perde a noção de certo e errado e faz coisas que dificilmente faria em outra circunstância", explica o psiquiatra. O GHB pode vir em pílula ou em pó branco.

Assim como outros alucinógenos, tanto sintéticos, como o LSD, e naturais, como os cogumelos, o GHB pertence à classe dos psicotomiméticos que causam euforia e depois depressão. A sensação inicial é de prazer, proporcionada pelo excesso das substâncias dopamina e endorfina nos cérebro. Dependendo da dose, podem causar convulsões, depressão respiratória e até levar ao coma. "Hoje em dia, só são obtidos ilegalmente e grande parte da droga que chega ao Brasil vem dos Estados Unidos", diz Colares.

Segundo ele, o GHB tornou-se popular no início da década de 90 e era usado como complemento alimentar para quem praticava o fisiculturismo. "O slogan na época era 'adquira músculos enquanto você dorme'", lembra o toxicologista. Com a descoberta dos reais efeitos da droga, foi proibido em diversos países do mundo, inclusive no Brasil.

Segundo o psiquiatra Danilo Antonio Baltieri, que atua no Grupo Interdisciplinar de Estudos de Álcool e Drogas (Grea), no Hospital das Clínicas, chega a ser comum casos de jovens que sofreram abusos sexuais após terem ingerido remédios como o Dormonid e drogas como o GHB. Baltieri é o coordenador do Ambulatório de Transtornos da Sexualidade do Hospital do ABC.

Colares, que atende no Centro de Controle de Intoxicação do Hospital Jabaquara, diz que é comum atender vítimas destas drogas. "A gente (médicos do Centro) atende pessoas que foram roubadas, estupradas", diz. Segundo ele, a polícia muitas vezes encaminha as vítimas para o Hospital.

A venda do Dormonid é controlada pela Vigilância Sanitária e só pode ser comprada mediante apresentação da chamada receita azul. Apenas profissionais credenciados têm como emiti-la. Nas farmácias autorizadas, a receita azul fica retida com a compra do remédio, de tarja preta. No entanto, Baltieri afirma que a droga acaba sendo comprada no mercado negro. "Quem quiser comprar, consegue", diz.

Eugênio Chipkevitch e Farah Jorge Farah, por exemplo, teriam aproveitado suas condições de médicos para adquirir o Dormonid. As vítimas de Chipkevitch sofreram abusos sexuais e, por causa do efeito do remédio, não se lembraram depois. Farah teria usado o Dormonid para anestesiar a sua ex-namorada e paciente, Maria do Carmo, e depois matá-la e esquartejá-la.

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Vinho de gosto estranho

A 7ª Delegacia da Mulher em São Paulo está investigando um caso em que há a suspeita de uso do 'love drop'. Em um domingo, dia 19 de janeiro, as primas C.X.B, de 14 anos, e R.X.A., de 13 anos, foram a um show na praça Sinnguishi Akari, na Vila Curuça, na zona leste. No local, as primas encontraram com a vizinha P.S.F., de 16 anos e três rapazes.

De acordo com o depoimento de C., os amigos da vizinha ofereceram um copo de vinho para elas. C. tomou um gole do vinho e a prima também. Logo depois, a prima teria começado a passar mal. Os rapazes teriam se oferecido para levá-las embora. C. e a amiga P. foram no carro com dois dos rapazes e R. seguiu com o terceiro, que estava em uma moto.

A certa altura da viagem, C. estranhou o caminho feito pelo desconhecido, mas ele justificou dizendo que passaria antes em sua casa para pegar algo. Na casa, C. lembra que foi empurrada para a cama pelo homem que dirigia o carro. Sonolenta, tentou dar um tapa na cara do agressor, mas outros dois homens apareceram no quarto e seguraram os braços dela. Antes de adormecer, C. afirma lembrar de ter ouvido um homem dizer que ele seria o próximo a violentá-la.

Ao chegar em casa, C. aparentava estar bêbada e estaria falando nada com nada. A mãe de C. notou que a filha estava sem a calcinha e o sutiã e resolveu levá-la ao Hospital Tide Setúbal, onde chegou inconsciente. Lá, os médicos constataram violência sexual. C. só recobrou a consciência no dia seguinte e ficou internada por três dias até se recuperar completamente. Laudo posterior comprovou que havia sangue e esperma nas roupas de C.

Na opinião da delegada que investiga o caso, Maria Raquel Coreggio, de 54 anos, o 'love drop' deve ter sido colocado no vinho oferecido às meninas. "A mãe de C. contou em depoimento que a filha agia de maneira estranha e parecia estar bêbada. Além disso, a menina não se lembra exatamente do que aconteceu no quarto e nem de quando chegou em casa", diz.

Os três suspeitos chegaram a ser presos, mas dois já estão em liberdade. "Pedi a (prisão) temporária e a renovação da temporária, mas quando fui pedir a preventiva, me foi negada, pois o laudo do IML (Instituto Médico Legal) não havia ficado pronto", disse a delegada.

Um deles já havia sido condenado por outro crime e permaneceu preso. O laudo que incrimina os suspeitos do crime de abuso sexual ficou pronto na última terça-feira. A delegada Maria Raquel aguarda o juiz decretar a prisão preventiva dos outros dois suspeitos para que possa prendê-los novamente.

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