O
jornalismo da Globo seqüestra os ideais do PCC
Com uma historia muito bem elaborada de um seqüestro relâmpago de dois
funcionários da Globo, coincidentemente um repórter e um cinegrafista,me deparo
nesta madrugada com um vídeo do PCC sendo exibido em nível nacional.
O Vídeo mostrava um integrante do PCC reivindicando mudanças no sistema
penitenciário, apelando inclusive a reintegração do ex preso a sociedade e
mudanças nas leis e direitos dos presos.
As Imagens e a interpretação do texto, lembravam os vídeos da FARC.
A elaboração do seqüestro e todo seu desfeche, trazem remotas lembranças a
satirizarão publica que o Augusto liberato fez a alguns anos, quando simulou
entrevista com integrante do PCC.
Embora não tenha ainda sido comprovada ou não farsa, cabe a nos acreditarmos, e
de conhecimento publico todas as falcatruas e sujeiras feitas pelo império
Marinho, relatadas no especial Beyound Citizen kane, proibido pela emissora de
ser exibido no Brasil.
A Violência deixa marcas profundas, com este episodio ainda a ser esclarecido
fica clara a intenção REDE GLOBO em instaurar o caos em nosso pais, para se
beneficiar eleitoreiramente de nosso povo, violentar nosso discernimento e tão
cruel quanto tirar o direito de liberdade de um cidadão através de um seqüestro.
Noticiar a violência e fato criar historia e conto.
Quanto aos direitos reivindicados pelo PCC leiam matéria abaixo.
No lixo, em Araraquara
Postado por Mauro Malin
Da série “Sem entender o que acontece nos presídios os jornais não informarão
direito e o público não entenderá por que há rebeliões e terreno fértil para
grupos criminosos organizados”. Reportagem de Cláudio Dias, da Tribuna Impressa,
de Araraquara (10/8).
“No lixo, prontuários dos presos
Mulheres dos presos vasculham o lixo à procura de prontuários e roupas; no
detalhe, mulher mostra documento de um parente


Cláudio Dias
Alguns prontuários dos presos da Penitenciária de Araraquara foram encontrados
ontem por um grupo de esposas dos detentos jogados dentro da área do lixão. No
local ainda havia roupas e cartas em bom estado. Parte do material está
danificado e não tem condições de ser utilizado, mas um outro montante está
quase intacto. Na rebelião de junho, os detentos queimaram documentos referentes
a processos incompletos arquivados no Fórum.
A maior parte dos documentos é de consultas médicas dos presos, mas existem
muitos outros prontuários com fotos e dados cadastrais. Um tal Gilberto, por
exemplo, ingressou no presídio em 2003 vindo de Junqueirópolis. Ele cumpre pena
por roubo, tráfico e homicídio. A ficha com foto estava no lixo. Esse material é
utilizado para o pedido de benefício dos internos, como a mudança de regime do
fechado para o semi-aberto. Atualmente, uma equipe da Corregedoria Geral da
Justiça analisa mais de 500 pedidos deste tipo no Fórum.
Entre as várias mulheres que catavam os materiais em meio ao lixo estava a
comerciante Claudinéia de Lima Campos, cujo marido está preso por latrocínio.
Indignada com a situação, ela não aceitava cada vez que encontrava além dos
documentos roupas, chinelos e lençóis. ´Não dá para acreditar que eles passaram
frio com tanta coisa jogada aqui´, diz a moça, vendo umas das colegas resgatar
uma roupa de cama dada ao marido. Uma outra jovem lembra que encontrou a ficha
do esposo e que a entregará ao advogado.
Testemunha da procura pelos papéis, o catador de lixo Adriano Aparecido de Souza
Santiago diz não ter entendido por que roupas e chinelos novos estavam sendo
jogados no lixo. ´Eu mesmo estava vendo essas coisas [prontuários], mas não
sabia se eram importantes´, conta o rapaz. Ele mostrou à reportagem chinelos,
lençóis, cartas, fotos e muitos outros objetos dos presos que foram deixados no
lixão. É verdade que parte do material estava destruído, mas também existiam
peças em bom estado de conservação.
Roberto Fiori, presidente da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados
do Brasil (OAB), diz que orientou as mulheres a esconderem os prontuários e os
demais documentos. Ele vai fotografar tudo ainda esta semana e encaminhará um
oficio à Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) pedindo esclarecimentos
sobre o caso. ´Queremos apenas saber se esses prontuários foram refeitos, porque
não deveriam ter sido jogados fora´, disse. A reportagem não conseguiu falar com
a SAP pelo telefone, ontem à noite.” Fonte Observatório da
Imprensa" e Marcos Souza
REDE
GLOBO NOS RESPEITEM!!!