na manhã
desta sexta-feira, com base nos comentários do autor de um blog sobre alta
tecnologia muito conhecido no setor, segundo os quais a compra do YouTube pelo
Google poderá ser anunciada a qualquer momento.
Michael Arrington publicou em seu blog TechCrunch que recebeu um e-mail "de
muito boa fonte" informando que a compra do YouTube pela Google "poderia estar
em uma de suas últimas etapas". "Estamos longe de uma confirmação de que haverá
um acordo", ponderou Arrington, que avalia em 40% a probabilidade de sua
informação ser confirmada.
O YouTube, criado em fevereiro de 2005, se tornou um sucesso enorme em poucos
meses por ser gratuito e pelo humor dos vídeos enviados por internautas.
Até meados de julho, o grupo anunciou que havia superado a barreira simbólica
dos 100 milhões de documentos acessados por dia, uma estatística que atraiu
potenciais compradores ou sócios.
A gravadora americana Warner Music anunciou em setembro um acordo com o YouTube
para colocar gratuitamente seu catálogo à disposição dos visitantes do site.FONTE
Microsoft lança site de
auxílio a professores
A
Microsoft lançou um portal que oferece aos professores do sector da tecnologia
ferramentas e técnicas de auxílio para a preparação das aulas. O
Faculty Connection permite pesquisar conteúdos e incentivar a aprendizagem
dos alunos.
O site disponibiliza programas gratuitos para download, artigos especializados e
lançamentos, assim como também estão acessíveis materiais para currículos
escolares com análise de cursos completos ou apenas módulos.
Todo o conteúdo presente no
Faculty Connection poderá ser comentado e discutido por meio de fóruns
através dos quais os educadores podem compartilhar experiências, além de
encontrar informações em tempo real.
A ferramenta está disponível apenas em inglês, mas dá acesso às mais recentes
avaliações acadêmicas de softwares, de tecnologias e de ferramentas
desenvolvidas pela empresa de Bill Gates.FONTE
Ibope realiza estudo sobre uso de internet
pública no Brasil
Do
total de brasileiros com 10 anos ou mais de 9 principais regiões metropolitanas
do país, 10% usam locais públicos pagos para navegar e 4% locais públicos
gratuitos. Entre os internautas, os percentuais são maiores: 35% e 13%,
respectivamente. Os dados são do IBOPE//NetRatings que conduziu, pela primeira
vez, a Pesquisa Internet Pública.
O estudo envolveu 16.051 entrevistas com pessoas acima de 10 anos em oito
regiões metropolitanas: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre,
Curitiba, Recife, Fortaleza e Salvador, além do Distrito Federal.
Na classe A 79% das pessoas acessam a internet, mas apenas 13% utilizam locais
públicos pagos e 5% utilizam locais públicos gratuitos. Na classe B, 52% dos
indivíduos acessam a internet. Desses, 29% utilizam locais públicos pagos e 9%
locais públicos gratuitos. Na classe C, 22% das pessoas usam a internet, sendo
que 47% o fazem em local público pago e 19% gratuito. Na classe DE, a penetração
é de 10%, sendo que 61% navegam em locais públicos pagos e 28% em locais
públicos gratuitos.
Entre os que na navegam freqüentemente – entre uma e duas vezes por semana – em
locais públicos gratuitos, 33% realizam atividades escolares na web. Nos locais
públicos pagos, as atividades mais freqüentes são ligadas a relacionamento
interpessoal: 61% dos que acessam diariamente nestes locais enviam e recebem
e-mails, 39% participam de sites de relacionamento como o Orkut, 29% enviam
mensagens instantâneas e 24% participam de chats.
Dentre as principais Regiões Metropolitanas do país, Fortaleza é a que apresenta
o maior percentual de usuários que acessam a Internet em locais públicos pagos e
o menor percentual dos que acessam no domicílio. Salvador e Recife também
apresentam intenso uso da Internet em locais públicos pagos.
Além dos já mencionados locais públicos e domicílio, a pesquisa também comparou
a utilização da Internet em outros lugares como “casa de amigos e parentes” e
trabalho, sendo a freqüência de navegação um dos fatores que mais distinguem
tais locais de acesso.
FONTE