Flintstone perde mais um de seus pais, Joseph Barbera.
Joseph Barbera, famoso
pela criação de personagens como Tom e Jerry, Scobby-Doo e a família Flintstone,
morreu aos 95 anos. O trabalho que fez ao longo de bastantes anos com o seu
parceiro William Hanna, também já falecido, rendeu-lhe bastantes prémios.
Joseph Barbera, que se tornou famoso por criar as diversas personagens do mundo
da animação, como a família Flintstone e o cão Scobby-Doo, faleceu, na
segunda-feira, em Los Angeles, aos 95 anos.
O animador conheceu o seu parceiro de sempre, William Hanna, também já falecido,
em 1937 nos estúdios da Metro Goldwyn-Mayer, tendo trabalhado então no desenho
animado «Puss Gets the Boot», que veio a dar origem à criação da dupla «Tom and
Jerry».
Em 1945, o animador e o seu companheiro William Hanna, encarregado da realização
dos filmes, ganharam fama mundial, quando a dupla Tom e Jerry dançou lado-a-lado
com Gene Kelly.
Cinco anos depois, Barbera e Hanna foram obrigados a sair da MGM, quando a
empresa decidiu fechar a sua unidade de desenhos animados, tudo porque a MGM acreditava que a televisão iria pôr fim aos filmes de animação.
Este evento levou a que a dupla criadora fundasse em 1957 os estúdios Hanna-Barbera,
que foram responsáveis pela criação dos Flintstones, bem como da família Jetson
e do cão Scobby-Doo e do urso Yogi Bear, entre outros.
Nos anos 80, Hanna e Barbera foram responsáveis ainda por outro grande sucesso
da animação: os «Estrunfes», uma criação do final dos anos 50 do belga Peyo e
que foi levado para a televisão pelos estúdios desta dupla norte-americana.
O trabalho de Joseph Hanna e William Barbera rendou diversos prémios a esta
dupla, incluindo muitos Emmy, o galardão mais conhecido atribuído a produções
televisivas norte-americanas, e sete Óscares.
«Joe Barbera era realmente uma lenda da animação e da televisão. As personagens
que criou com o seu parceiro já falecido, William Hanna, não são apenas super-vedetas
animadas, mas também uma parte da cultura popular norte-americana», reconheceu
Barry Meyer, da Warner Brothers.
A morte de Barbara, nascido em 1911 e que começou a sua vida profissional como
bancário, acontece cinco anos após a de William Hanna, que faleceu em 2001, aos
90 anos.FONTE
SBT enfrenta crise de afiliadas do
canal
Com a bagunça na grade da emissora, praças procuram outras redes.
SÃO PAULO - As confusões de Silvio Santos na programação do SBT, mesmo que
folclóricas, vêm incomodando, e muito, as afiliadas do canal.
No mercado já é fato que uma série de praças da emissora pelo Brasil tem
procurado outras redes tentando uma mudança de sinal. Entre as afiliadas mais
insatisfeitas com o SBT estão as da região Nordeste, onde o canal sempre foi
forte.
A crise se acentuou depois que a cabeça de rede (em São Paulo) passou a não
divulgar com antecedência a programação do canal. Sem saber ao certo que sinal
nacional irá transmitir, e em que horário irá transmitir, as afiliadas ficam
praticamente perdidas.
Com isso, são muitas as praças que passaram a priorizar a venda de espaços
comerciais locais em detrimento dos nacionais. Um péssimo negócio para quem
tenta crescer em faturamento.
Nos bastidores, executivos de afiliadas do SBT não escondem o descontentamento.
De dois anos para cá, a rede perdeu várias praças importantes. Foram três no Rio
Grande do Sul que migraram para a Record, três em Rondônia que foram para a
RedeTV! e uma no Rio de Janeiro que trocou o sinal da emissora de SS pelo da
Globo.
Enquanto o SBT luta para manter o alcance nacional, a Record se aproveita da
fraqueza da concorrente.
A rede tem sido procurada pelas afiliadas insatisfeitas com o SBT e pretende
lançar em 2007 a Record Nordeste, plataforma de eventos e negócios regionais
unindo as praças da região.
Nele, afiliadas da rede no Nordeste unem forças em eventos de expressão nacional
e na venda de espaços comerciais dos mesmos fortalecendo a imagem da rede e
transformando os grandes comerciantes locais em fortes anunciantes.
FONTE
Shakespeare’s drama on the brain
The bard’s language has been found to excite positive brain activity, adding
further drama to his plays and poetry.
University of Liverpool research has observed that Shakespeare uses a linguistic
technique known as functional shift that involves, for example, using a noun to
serve as a verb.
This technique allows the brain to understand what a word means before it
understands the function of the word within a sentence.
The researchers observed that the process caused a sudden peak in brain activity
and compelled the brain to work backwards in order to fully understand what
Shakespeare is trying to say.
Professor Philip Davis, from the University's School of English, said: "The
brain reacts to reading a phrase such as ‘he godded me' from the tragedy of
Coriolanus, in a similar way to putting a jigsaw puzzle together.
“If it is easy to see which pieces slot together you become bored of the game,
but if the pieces don't appear to fit, when we know they should, the brain
becomes excited. By throwing odd words into seemingly normal sentences,
Shakespeare surprises the brain and catches it off guard in a manner that
produces a sudden burst of activity - a sense of drama created out of the
simplest of things."
Expert put down the heightened brain activity as one of the reasons why
Shakespeare’s plays have such a dramatic affect on its readers.
Shakespeare magic
Professor Neil Roberts, from the University's Magnetic Resonance and Image
Analysis Research Centre, (MARIARC), explained: "The effect on the brain is a
bit like a magic trick; we know what the trick means but not how it happened.
Instead of being confused by this in a negative sense, the brain is positively
excited.
“The brain signature is relatively uneventful when we understand the meaning of
a word but when the word changes the grammar of the whole sentence, brain
readings suddenly peak. The brain is then forced to retrace its thinking process
in order to understand what it is supposed to make of this unusual word."
Professor Roberts and Professor Davis together with Dr Guillaune Thierry, from
the University of Wales, Bangor, monitored 20 participants using an
electroencephalogram (EEG) as they read selected lines from Shakespeare's plays.
In this initial test electrodes were placed on the subject's scalp to measure
brain responses.
Professor Roberts said: "EEG gives graph-like measurements and when the brain
reads a sentence that does not make semantic sense it registers what we call a
N400 effect – a negative wave modulation. When the brain reads a grammatically
incorrect sentence it registers a P600 effect – an effect which continues to
last after the word that triggered it was first read."
Researchers also found that when participants read the word producing the
functional shift there was no N400 effect indicating that the meaning was
accepted but a P600 effect was observed which indicates a positive re-evaluation
of the word.
The team is now using magnetoencephalography (MEG) and functional magnetic
resonance imaging (fMRI) to test which areas of the brain are most affected and
the kind of impact it could have in maintaining healthy brain activity.
Professor Davis added: "This interdisciplinary work is good for brain science
because it offers permanent scripts of the human mind working moment-to-moment.
It is good for literature as it illustrates primary human thinking. Through the
two disciplines, we may discover new insights into the very motions of the mind."SOURCE