Americano inventa arma que atira absorventes femininos
Um americano com muito tempo livre criou
uma arma que atira absorventes internos femininos e publicou em seu site todo o
processo. A arma, fabricada com a embalagem dos absorventes e conexões de PVC,
funciona a sopro.
No site, que esteve fora do ar por excesso de acessos, http://www.tamponcrafts.com,
o americano ensina como confeccionar o brinquedo e um cinturão para guardar a
"munição".
Na mesma página pode-se ver um vídeo demonstrativo da arma em ação. Além da
arma, o homem também criou brincos, anjinhos, um buquê de flores, uma peruca e
até mesmo abotoaduras feitas com Viagra.
Um tutorial para a fabricação de todos estes elementos e mais alguns outros
também estão publicados no site.
Veja Também:
Igrejas condenam 'crucificação' de
Madonna
Líderes
religiosos se uniram em Roma para condenar a cantora Madonna por uma
“crucificação” simulada em seu novo show.
Numa determinada parte da apresentação, a cantora americana de 47 anos aparece
numa cruz gigante e usando uma coroa de espinhos.
O padre Manfredo Leone, da igreja Santa Maria Liberatrice, de Roma, disse à
agência de notícia Reuters que a performance de Madonna era “desrespeitosa, de
mau gosto e provocativa”.
Líderes muçulmanos e judaicos se uniram ao coro para criticar a cantora, que se
apresentou em Roma antes de seis shows no Wembley Arena, de Londres, na turnê de
lançamento do álbum “Confessions of a dance floor”.
Madonna também foi criticada durante a parte americana de sua turnê, onde sua
atitude foi classificada como sendo “de uma insensibilidade gritante”.
A cantora defendeu a performance dizendo que se tratava de parte de um apelo à
audiência para ajudar entidades assistenciais que ajudam doentes com Aids.
“Ser erguida numa cruz com uma coroa de espinhos é um absurdo”, disse o padre
Leone. “Fazer isso no berço do cristianismo beira à blasfêmia”.
Mario Scialoja, chefe da Liga Muçulmana da Itália, disse à Reuters que Madonna
deveria “ir para casa”, num sentimento ecoado pela comunidade judaica de Roma.
Não é a primeira vez que a cantora se envolve com controvérsia.
Em 1989, no vídeo da música “Like a prayer”, Jesus Cristo interpretado por um
ator negro e cruzes queimando causaram polêmica, bem como uma simulação de
masturbação que Madonna fazia no palco, durante a turnê de 1993.