O
Conselho Nacional de Trânsito determinou mudanças no uso de capacetes. Os
motoqueiros têm seis meses para se adaptar.
A nova lei determina que o capacete tenha viseira transparente.
“É mais caro, mas hoje em dia, 90% dos capacetes são vendidos com viseira, o
capacete aberto, como é chamado, é pouco vendido pela questão de segurança”, diz
o gerente Leonardo Borges.
O uso da película escura está proibido. Se o capacete não tiver viseira,o
motociclista terá que utilizar um tipo de óculos de proteção. Mesmo sobre óculos
de grau ou de sol.
“Eu acho imprescindível. A preservação da vida em primeiro lugar”, opina um
motoqueiro.
O capacete deve ter um selo de garantia do Instituto Nacional de Metrologia,
Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro), que comprova que ele foi
submetido a testes de qualidade.
A nova legislação determina ainda que o capacete tenha uma faixa refletiva de
segurança. É um adesivo como o usado em caminhões e aprovado pelo Denatran. Ele
reflete a luz, brilha e pode deixar quem anda de moto muito mais visível no
trânsito.
“O motorista vai ter condições de observar a moto com mais nitidez e,
conseqüentemente, reagir com mais facilidade”, argumenta o perito Ricardo Simões.
Quem descumprir a lei vai cometer infração gravíssima, pagar multa de R$ 191 e
ainda terá a carteira de habilitação apreendida.
O motoboy Wellington Tiago acha que a faixa refletiva vai diminuir os acidentes.
“A moto é um veículo pequeno, rápido e quando a pessoa se assusta, já está em
cima. É uma segurança a mais para nós. Quanto mais iluminado melhor”, lembra
Wellington.FONTE
O Ultimo e a mulher do padre!
O
Papa se reunirá na quinta-feira com os cardeais chefes dos dicastérios da Cúria
Romana para analisar o celibato na Igreja Católica, a readmissão no sacerdócio
solicitada pelos padres casados e o caso do arcebispo reformado Emanuel Milingo,
informou hoje o Vaticano.
"Bento XVI convocou os chefes dos dicastérios da Cúria Romana para analisar a
situação criada pela desobediência de Emanuel Milingo e para refletir sobre as
questões de dispensa da obrigação do celibato e sobre a readmissão no Ministério
sacerdotal apresentadas pelos padres casados nos últimos anos", ressaltou o
comunicado.
O Vaticano disse que esses serão os únicos temas que o Papa discutirá com os
cardeais, negando assim as notícias de que seria abordado o caso dos "lefebvrianos"
- os seguidores do falecido arcebispo cismático e tradicionalista francês Marcel
Lefebvre -, que não reconhecem o Concílio Vaticano II.
No último 26 de setembro, o Vaticano anunciou a excomunhão automática do
polêmico arcebispo reformado de Lusaka (Zâmbia), Emmanuel Milingo, e de quatro
padres casados que este tinha ordenado alguns dias antes.
Além de ordenar bispos sem a permissão do Papa, Milingo, de 76 anos, já era
fonte de preocupação para o Vaticano por ter criado uma associação de sacerdotes
casados e ter voltado com María Sung - uma coreana que é membro da seita Moon -
com a qual se casou em Nova York em 2001.
Após saber de sua excomunhão, Milingo disse que não a aceitava, que a "devolvia
a Roma" e que as ordenações eram válidas.
O arcebispo aposentado continuou ordenando padres casados, assim como prosseguiu
com sua luta pela abolição do celibato, e exigiu "mudanças urgentes dentro da
Igreja Católica".
O celibato dos padres católicos, estabelecido em 1139, é criticado desde o
século 15.
Segundo associações de sacerdotes casados, 100 mil padres católicos estão
casados, dos quais cerca de 20 mil vivem nos Estados Unidos, 10 mil na Itália e
6 mil na Espanha.
Há quase 400 mil sacerdotes casados, o que significa, segundo os números dessas
associações, que 25% não respeitam a regra do Vaticano.
Alguns dos padres casados se mudaram para um Estado laico, outros trabalham em
comunidades de base ou exercem seu ministério pastoral em paróquias com o
conhecimento do bispo da diocese.
Os sacerdotes casados defendem o celibato livre e dizem que o que a Igreja
Católica impõe não tem fundamento nem na Bíblia, nem na tradição, nem na
teologia, e não é um serviço para a comunidade cristã, como afirmaram os bispos
no Sínodo do ano passado.
No último Sínodo de Bispos, realizado em outubro de 2005 no Vaticano, os
dignitários eclesiásticos decidiram manter a necessidade do celibato, que foi
apoiado inclusive por autoridades das igrejas orientais, que permitem a
ordenação de sacerdotes casados.FONTE
O Brasil não quer dar adeus a Nair BelloNome
Completo:
Nair Bello Souza Francisco
Signo:
Touro
Local:
São Paulo, SP, Brasil
Nascimento: 28/4/1931
FILMOGRAFIA COMPLETA
1988 - Fogo e Paixão
1982 - Das Tripas Coração
1971 - Tô na Tua, Ô Bicho - Alice
1962 - Os Apavorados - Angelina
1952 - Simão o Caolho
1951 - Liana, a Pecadora
CURIOSIDADES E BIOGRAFIA
Nascida na capital paulista em 28 de abril de 1931, Nair Bello Souza Francisco
começou sua vida profissional na extinta rádio Excelsior em 1949. Tinha então 18
anos. Trabalhou também na rádio Record, mas sua carreira não se limitaria ao
trabalho de locutora e atriz comediante de rádio.
Dois anos depois de seu início, estreou no cinema em "Liana, a Pecadora" (1951),
filme em que contracenou com a grande amiga Hebe Camargo. O teatro conheceria
Nair anos mais tarde, em 1976, em "Alegro Desbrum", peça de Viana Filho.
Mas o sucesso veio mesmo com a TV. Nair começou como garota-propaganda e
participou de diversas novelas e minisséries. Um de seus personagens de maior
destaque foi o de Dona Santa, na minissérie homônima exibida pela Bandeirantes
em 1982.
Na Globo, sempre interpretou personagens de humor, como Dona Gema ("Perigosas
Peruas", 1992), Carlotinha ("Torre de Babel", 1998), Pierina ("Uga Uga", 2000),
Dolores ("Kubanacan", 2003) e a viúva Lake ("Bang Bang", 2006). A atriz
participou ainda de "Vira-Lata" (1996) e "O Mapa da Mina" (1993), entre outras
novelas.
Atualmente, Nair interpreta Dona Santinha no humorístico "Zorra Total", da Globo.
A atriz está na nova novela das sete, "Pé na Jaca", que estréia no dia 20 deste
mês.FONTE
Is there a Difference Between a DUI and a DWI?
Both DUI and DWI are terms that refer to
operating a motor vehicle while impaired by illegal drugs or alcohol. The
biggest difference between the two is only in what the letters stand for. DWI is
an acronym for driving while intoxicated or impaired and DUI stands for driving
under the influence. Throughout the United States, the laws vary regarding how a
DUI or DWI is dealt with.
In some states, the drunk driving laws differentiate between a DUI and a DWI,
where the DUI is a lesser charge. In these states, a DUI usually signifies a
lesser degree of intoxication, which is determined by a person’s blood alcohol
level at the time of arrest. Sometimes, states will allow the charges of a DWI
to be reduced to a DUI with the help of a defense attorney.
In the case of a reduction from a DWI to a DUI, certain conditions typically
must be met, such as the incident being a first offense, the defendant’s display
of remorse for the action, and a blood alcohol level that was not drastically
over the legal limit. For example, New York State differentiates between DWI and
DUI by establishing a blood alcohol level of .08 as the legal limit for DWI. If
a person has a blood alcohol level of .07, the charges may be reduced to a DUI,
which carries a lesser punishment.
Some states throughout the country have developed a zero tolerance policy, and
consequently, they do not recognize any difference between a DUI and a DWI. As
far as the laws of these states are concerned, any blood alcohol level over the
specified limit is a crime that will be punished in the same manner. In some
states, the terms DUI and DWI are used to indicate whether a person was driving
impaired under the influence of drugs or alcohol. In this case, DUI is reserved
for illegal drugs.
The United States has, as a nation, cracked down on driving under the influence
of drugs and/or alcohol regardless of how particular states discriminate between
DUI and DWI. Every state has a minimum illegal blood alcohol level of .08. DUI
and DWI laws are constantly changing, and the instance of any particular state
making the differentiation between DUI and DWI other than in the actual wording
is quickly diminishing. Many see these terms as merely a preferential way to
describe the same crime. In fact, other terms beside these two are also
employed, such as OUI and OWI, replacing the D for driving with an O for
operating.
In countries outside of the United States, DUI laws are also enforced. Most
European countries have a higher tolerance regarding what is considered a DUI.
However, these countries also tend to have a lower incidence of people driving
while impaired for many reasons, some of which include widespread social norms,
attitudes against DUI, and an older age at which people are allowed to receive
their driver’s
license.