Faça você mesmo: Americanos ensinam a
fazer Bomba Núclear
- O governo dos Estados Unidos fechou um site que havia montado em março e que
continha documentos capturados durante a guerra no Iraque. A medida foi tomada
depois que especialistas em armas e autoridades manifestaram preocupação com a
possibilidade de uso das informações como guia para a construção de uma bomba
nuclear, disse a edição de quinta-feira do jornal New York Times.
O jornal afirmou que o governo Bush lançou o site por causa da pressão de
republicanos do Congresso, que esperavam usar a Internet para encontrar novas
evidências do perigo representado pelo ex-presidente iraquiano Saddam Hussein,
antes da invasão liderada pelos EUA, em 2003.
Nas últimas semanas, de acordo com o Times, o site publicou documentos que
segundo especialistas em armas continham detalhes da pesquisa nuclear do Iraque
antes da Guerra do Golfo de 1991. Um diplomata classificou o documento de "livro
de receitas" para a construção de uma bomba atômica.
Segundo o jornal, o site foi suspenso na noite de quarta-feira, depois que o
Times informou o governo sobre as preocupações. Um porta-voz do diretor da
inteligência nacional declarou que o site foi retirado "à espera de uma revisão
para garantir que seu conteúdo seja apropriado para utilização pública".
O site, conhecido como "Portal de Documentos da Operação Liberdade Iraquiana",
continha cerca de uma dúzia de documentos com desenhos, diagramas, equações e
longas narrativas sobre a construção de bombas. De acordo com o Times,
especialistas disseram que as informações vão além do que há disponível na
Internet e em outros fóruns públicos.FONTE
Fogueira das vaidades
O
esforço desmedido para sair do anonimato é objeto de tese de psicóloga da
Universidade de Brasília. Segundo o estudo, as pessoas que vivem perseguindo a
fama não querem ser admiradas. Querem, na verdade, ser invejadas
Carlos Oliveira
Nos tempos atuais, em que os meios de comunicação lançam a cada hora uma
celebridade instantânea, as pessoas fazem de tudo para ser notadas. Estar em
capas de revistas, na programação da TV, dar autógrafos e ser fotografado a cada
aparição pública tem sido a razão da existência de muita gente. Esse fenômeno
intriga os pesquisadores. Agora mesmo, a psicóloga Andrea Cristiane Vaz acaba de
defender uma dissertação de mestrado sobre o tema.
O trabalho, cujo título é Tudo pela Fama: idealizações narcísicas na
contemporaneidade, foi apresentado em setembro deste ano, no Instituto de
Psicologia (IP) da Universidade de Brasília (UnB). Andrea explica que resolveu
pesquisar o desejo pela fama devido ao impressionante espaço dispensado aos
famosos nos veículos de comunicação. “Além disso, há uma incoerência, que eu
acho muito interessante, entre aqueles que são famosos sem esforço, talento ou
empenho profissional, e aqueles que não o são, mesmo tendo contribuído muito
para a sociedade, como inventores ou cientistas”, completa a psicóloga.
Outra coisa que chamou atenção da pesquisadora foi o esforço de algumas pessoas
para aparecerem nos diversos reality shows, programas de TV ou mesmo na
internet. “O Orkut, por exemplo, é freqüentemente utilizado como ferramenta de
superexposição”, afirma ela. A descrição do perfil pessoal e as fotos mostradas
no site, destaca Andrea, exprimem uma autoexaltação das pessoas. “Muitas vezes,
descreve-se e expõe-se em fotos uma imagem idealizada, reproduzindo
comportamentos de celebridades”, opina.
Para ela, muita gente quer ser famosa pelo fato de haver entre as pessoas a
interpretação de que apenas os bons aparecem. “Pessoalmente, percebo como é
difícil ser ou sentir-se valorizado sendo um simples anônimo. Ao meu ver, esse é
o sentimento de muitos na sociedade atual, onde só é apreciado aquele que
aparece, que está em evidência”, avalia. Andrea revela que essa foi justamente a
idéia expressada por seus entrevistados durante a pesquisa.
Importante para a auto-estima
A psicóloga vê a necessidade de reconhecimento como algo importante para a auto-estima.
“Mas aqui estamos falando de algo diferente. A fama, do modo como é buscada hoje,
diz respeito a uma necessidade de ser admirado por um número muito grande de
pessoas”, comenta. Ela acrescenta que o que deveria importar, na realidade, é
ser valorizado pelas pessoas de convívio mais próximo, aquelas que realmente nos
conhecem.
Isso porque, ressalta a psicóloga, quem busca a fama pela fama não quer só ser
admirado, quer também ser invejado. “O que implica necessariamente um desejo de
sobrepor-se ao outro, de causar nele alguma emoção nem sempre positiva”, afirma.
Assim, para Andrea Vaz, a vontade de ser famoso é um desejo pessoal de ser
absoluto para o outro, ser único, o melhor. “Nessa dinâmica só há lugar para um,
conseqüentemente o outro é apenas um objeto de sustentação desse indivíduo”,
observa.
A psicóloga destaca um aspecto surpreendente na sua pesquisa: o fato de que
todos os participantes declararam não ter ídolos. Ela relata que alguns até
conseguiram citar alguns nomes de pessoas famosas, que eles não admiram, ou de
quem admiram somente alguma pequena característica ou um feito isolado. “Eles
deixam claro que não querem se igualar a essas pessoas, querem ser maiores do
que elas, ou mais famosos. Torna-se evidente o quanto preferem a si mesmos, e
falar de si mesmos”, constata.
Deslumbramento com celebridades
De acordo com os estudos da psicóloga Andrea Vaz, há, inegavelmente, um
deslumbramento das pessoas diante das celebridades. “Onde as celebridades chegam
prendem a atenção de todos, e isso já lhes confere um poder enorme”, pondera.
Num outro nível, continua Andrea, estar na mídia é tornar-se um semideus, é
encarnar o ideal, é ser admirado por todos. “Eu diria que realmente a fama dá
esse poder, que é o poder de nem precisar perguntar: você sabe com quem está
falando?”.
Esse tipo de atitude, para ela, faz algumas celebridades pensarem que podem tudo,
que são melhores do que os anônimos. Entretanto, na opinião da pesquisadora,
esse pensamento é um grande equívoco, embora essa visão impere na sociedade de
hoje. “Mas mesmo sendo assim, dando de fato algum poder a algumas pessoas, ainda
há muita idealização da fama”, diz a mestre em Psicologia.
Segundo ela, para os participantes da pesquisa, a fama aparece como algo
totalmente idealizado. “Eles imaginam que, sendo famosos, serão tratados com
atenção especial, poderão freqüentar restaurantes sem pagar, trabalhar quando
quiser, fazer o que quiser e quando quiser, burlar a lei e ainda assim serem
excepcionalmente admirados e desejados”, conta Andrea, completando: “O pior é
que é isso o que vemos alguns famosos fazendo.”
Esse imaginário, entende Andrea Vaz, seduz os anônimos e os faz desejarem estar
nesse lugar onde teriam a onipotência do narcisismo absoluto. “E essa sedução
não é apenas pelo desejo de ser famoso. A fama vende porque mexe com o
narcisismo das pessoas, estimula esse lado”. Entretanto, complementa a psicóloga,
a fama, nos moldes de hoje, é um fenômeno novo, não se pode afirmar que o desejo
de se tornar uma celebridade seja intrínseco ao ser humano.
Tentativa de superar frustrações
Durante a pesquisa, a psicóloga Andrea Vaz notou o desejo dos seus entrevistados
em serem vistos, elogiados, reconhecidos em seu “fabuloso talento” e pôde ver
também o prazer sentido quando atingem esse objetivo. “Por outro lado, se não
são escolhidos para trabalhos, ou se simplesmente não são notados como a estrela
da festa, sentem-se um nada, um zero à esquerda”, diz ela. A psicóloga conta que
alguns deles admitiram recusar trabalhos como músico ou modelo se não há alguém
para aplaudi-los ou reconhecê-los na rua.
Na visão da pesquisadora, quem busca a fama a todo custo tenta superar
frustrações e criar um mundo ideal, evitando contato com suas próprias
imperfeições. “Qualquer falta de elogio ou de um olhar de admiração traz grande
frustração que, porém, é negada pela crença de que se possui um grande talento,
que um dia será reconhecido por todos”, enfatiza. Contudo, afirma a psicóloga,
os indivíduos que buscam a fama pela fama, como uma necessidade para o ego,
apresentam um sofrimento muito maior frente às pequenas frustrações.
FONTE
Student loan strategies and tips for 2007
ARTICLE
SUMMARY: Today, many college students and graduates are forced to pay back the
loans they had to apply for in order to pay for their studies. Sometimes they
have more than one loan and the total sum to be paid monthly is quite large. A
possible solution is the consolidation of all their loans.
KEYWORDS: student loan consolidation, tuition fees, financial aid, college
money, pay for college, scholarship, student loan refinance
It is quite difficult for graduates to find easily and immediately a job to be
able to cover their daily expenses and pay back the loans for their recently
graduated studies. Most lenders offer a period of grace for six month after
graduation, but sometimes it may take more than a year for a graduate to find a
decent job. Even if they do find such a job, they discover that as a beginner
they are underemployed, work part-time or even have a temporary employment with
no perspectives. So, after the six month period of grace the re-payment is
supposed to begin, and they need help if they are in the impossibility to cover
all their expenses, including the loans.
Strategies for the New College Graduates
Student loans repayment can be a real nightmare without adopting some strategies
that would help the new graduates to organize their social and financial life.
Here are some strategies they can use to do this:
An additional part-time job;
Freelancing is another options (meaning that they can do particular pieces of
work for different organisations, without working all the time for a single organisation);
They should try to keep their living expenses as low as possible (live in a
smaller apartment, live with a roommate to share some of the expenses, find an
apartment that is closer to the job, to eliminate the extra-expenses for
transport etc.);
To apply for forbearance (this is an immediate solution for hard times when the
new graduate is in impossibility to re-pay the loans; it is a temporary period,
when the graduate can postpone or delay his or her re-payments until a later
time on a federal or direct loan after the beginning of the re-payment, and when
the student doesn’t qualify for deferral). The forbearance must be applied
through the lenders of the loans.
To consolidate the payments.
The Consolidation
If the payments are not consolidated, each loan is paid, billed and taken into
account separately. The student receives payment slips for each loan. There is a
lot of paperwork to be done. You can imagine that there could be even, let’s
say, ten loans to be accounted and billed each of them separately. If you add
the payment for each individual loan, you can get to a total of $500 or $1000
per month. The total can be even more, depending on the total amount borrowed
from the lenders, and also depending on the rate of interest perceived for each
loan. It’s not easy to cover all these and support the expenses of your daily
living.
That is why the consolidation of all loans is the solution accepted by the banks
and extremely supportive for those who have such hard times when after
graduation they have to return large amounts of money to the lenders.
Consolidation means joining together, it is a process which combines al the
loans of a student or graduate into only one loan. Through this a student’s
monthly payment is reduced very much to a decent amount that could be paid
easier. The risk is lower for both the students and the lenders. This sum can be
estimated to about $250 even $100 in a monthly bill. Again, the total sum to be
paid monthly depends on the amount borrowed, the interest rate and how has the
loan been consolidated.SOU
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